Teatro do Oprimido nas estantes Alemãs

Boal

Jogos para atores e não atores

O livro – Segundo o autor somos todos “espectatores”. O ser humano é um ator por excelência. Interpretamos papéis diferentes de acordo com a situação que estamos vivenciando. Assim, o teatro não precisa de um ambiente específico, de um palco, ele pode ser praticado até mesmo sem platéia, ou em um estádio de futebol, num elevador, numa praça pública ou dentro de uma sala de espetáculos..

O autor – Augusto Boal, formado em química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ e em teatro pela Universidade de Columbia (NY), foi diretor de teatro premiado, dramaturgo e ensaísta. Dirigiu o emblemático Show Opinião, símbolo de resistência contra a ditadura militar. Após ser preso e exilado, começa no exterior a desenvolver as bases teóricas do Teatro do Oprimido, que apresenta o teatro como instrumento de emancipação política e social. As técnicas e práticas do Teatro do oprimido acabaram por se difundir pelo mundo e hoje são estudadas e praticadas em mais de 50 países e em diversas áreas além do teatro, como educação, saúde mental e reabilitação de presidiários.

till baumannO tradutor – Till Baumann é formado em Pedagogia e Ciências da Educação pela Universidade Livre de Berlim, com ênfase em teatro e educação, especialmente, nas teorias de Augusto Boal e Paulo Freire. Desde 2002, implementou numerosos projetos e programas de formação em Teatro do Oprimido na Europa, África e América Latina e projetos de Teatro do Oprimido  em prisões na Alemanha e Argentina. Organizou e traduziu as oficinas de Augusto Boal e colaboradores do Centro de Teatro do Oprimido (CTO-Rio) e escreveu e traduziu textos sobre o assunto.

A editora – Suhrkamp é uma editora alemã, sediada em Berlim.  O lema da editora é publicar autores e não livros. Seu programa se baseia em dois pilares: literatura e ciência. Seu catálogo apresenta novos autores alemães e clássicos internacionais como Theodor W. Adorno, Walter Benjamin, Ernst Bloch, Hans Blumenberg, Jürgen Habermas, Luhmann, Gershom Scholem Samuel Beckett, James Joyce, Marcel Proust, Octavio Paz e Mario Vargas Llosa.

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